26 de setembro de 2010

Tostines mofados



"Tem sempre alguém querendo dar e sempre alguém querendo comer
."
- E sempre alguém esperando pra ver.



"Se há possibilidade de várias coisas darem errado, todas darão - ou a que causar mais prejuízo."


-
E ainda perdem tempo com essa coisa de "risco calculado". Bleh!




"
Sem dinheiro, não adianta ser simpático."


-
Simpatia forçada é meu último defeito. Quando tiver dinheiro, aí, sim, serei perfeita.


"Um dia li que fumar fazia mal, parei de fumar, no outro dia li que beber fazia mal, parei de beber, e outro dia, li que fazer sexo fazia mal, parei de ler."


- Por isso a graça de ser anafalbeto:
não saber ler constribui para a continuidade dos vícios.



"Se um dia apontar uma arma para alguém, mais que depressa execute, antes que o coração perdoe."
- Coração?... Que coração?




"Você deve dar 35 pulos em um pé só para ter boa sorte."


- Sem problema. -
pula 35 vezes... em pensamento...



"Nunca odeie seus inimigos, isso afeta seu julgamento."


-
O problema não sou eu, o problema são os outros. Afinal, será que MEUS inimigos pensam o MESMO em relação a mim?



"Destrua o Bar!
"
-
E acabar com a fonte da diversão?!



"Existem pelo menos duas bombas atômicas perdidas no mundo..."


-
‎... e mais trocentas circulando no mercado clandestino das armas.



"
Um mendigo vai mandar você à merda."

-
Não, obrigado. Mas parabenizo você por ter chegado à merda primeiro e permanecido nela até então.


27 de julho de 2010

E era uma vez... um robocop gay!




Pergunta capciosa priapista:

- Que "terapia" de baixo custo econômico e de resultados imediatos é recomendável aos homofóbicos para que não mais se sintam tão "ameaçados por pessoas de orientação sexual distinta ou de práticas distintas", como o fazem as pessoas seguras de sua própria sexualidade?


 

Trilemas (éticos) para (toda) a vida





12 de maio de 2010

No Princípio... Era o que mesmo?






Além do infinito, tempos que ainda não se haviam iniciado, onde nem o nada ameaçava se tornar.

Tudo inimaginável por ainda não havia imaginação total vacuidade no seio do incogitado, nicles patavina impalpável e intangível.

Vazio insubstancial sobre vazio absoluto, entre o inascido e o inascível, ponto inidentificável incomensuravelmente distante de onde as paralelas se prometem no remoto, onde ninguém (mas não havia ninguém, pois não havia alguém) perceberia qualquer possibilidade de formação do ainda ausente.

E, não havia o primeiro nem o embrional; tudo (nada) sem transpiração, respiro, desova, parto, nenhuma exalação ou sopro, ou brilho. Uma perpetuidade sem fim, sem margem; sem nascente ou ocaso, côncavo ou convexo, ilimitável, por isso ilimitada.

Foi então (Como, então?) que O Que Não Existia pressentiu (Como?) a Criação. Comunicou (Como? A quem?):

- Ouvi um bang.

Espantou-se (como?) O Não Gerado:

- Um bang?

- É. Um Big Bang. Começou a se criar alguma coisa.

Expressou-se (Como?) O Inda Por ser: - O quê?

Intuiu (Como?) O Que Não Existia:

- Pressinto que é a Vida.

Perguntou (Como?) O Incriado:

- O que é isso?

Expremiu-se (Como?) O Que Não Existia:

- Uma coisa terrível da qual todo mundo morre.


MORAL:
Da Vida ninguém escapa.



- Excerto de uma das Fábulas Metafísicas de Millôr Fernandes sobre o Antes do Antes segundo o Kaos.


9 de março de 2010

Gotcha, Cervejeira!

Ou... Should I Stay Or Should I Go?




Inna: - Deabita, descobri que você acredita em Deus.

Deaba:
- Descobriu errado. Eu não acredito em Deus. Lembra? Atéia com orgulho.

Inna:
- Insisto, você acredita em Deus.

Deaba:
- Deus não existe.

Inna:
- Existe, sim, e viveu entre nós.

Deaba:
- Sem essa de Jesus e...

Inna:
- Quem falou de Jesus?

Deaba:
- De quem, então, caceta?

Inna:
- Joe Strummer, claro.

Deaba:
- Ah!! Joe Strummer É Deus, porra!

Inna:
- E Clash é o seu Profeta.

Deaba:
- Amém!

Inna:
- Não disse? 100% crente!

Deaba:
- Clash... Joe... Clash...

Inna: - 100%!

Deaba: - Joe... Clash... Joe... Clash!