21 de novembro de 2013

Olá! Meu nome é Esperseverança!




Mate as formigas, Alice, ao som de Mozart!


Seu cérebro é a ferramenta da sua alma. É a ferramenta da sua própria essência de ser humano. Você não pode ser quem realmente quer ser sem que seu cérebro trabalhe direito. A forma com que seu cérebro trabalha determina quão feliz você é, como você se sente eficiente e quão bem você interage com os outros.

O cérebro é o lar dos sentimentos e da conduta. Seu cérebro cria o seu mundo. É o seu cérebro que percebe e passa pela s experiências. Tudo começa e termina no cérebro, o modo como o nosso cérebro funciona determina a qualidade de nossas vidas.


Em 2004, apresentou-se para mim o livro "Transforme seu cérebro, transforme sua vida - um programa revolucionário para vencer a ansiedade, a depressão, a obsessividade, a raiva e a impulsividade", do Dr. Daniel G. Amen. A pedido de uma amiga a quem devoto profunda admiração, digitei as partes indicadas do livro e na forma indicada, que então seriam transpostas para uma apresentação em data show, para uma turma de estudos espíritas (sim, por mais que isso ainda possa parecer estranho em algum momento do horizonte de eventos de alguma singularidade, espíritas também estudam temáticas e abordagens científicas). Em uma tarde de pouco trabalho e na mesma noite, a tarefa foi realizada com sucesso, sem, claro, a devida revisão - revisão essa que nem mesmo nas fanfics que carinhosamente traduzo, e os fic-leitores estão cansados de saber, eu jamais faço, por uma simples e mais que suficiente questão de "encheção de saco".

Quase dez anos se passaram desde então, sem que revisão ou compartilhamentos de minha parte, do presente material, acontecessem... até a presente data (entenda, refiro-me ao compartilhamento e não à revisão: o texto continua orgulhosamente inalterado em seus possíveis deslizes gramaticais e capenguismos de formatação), tudo graças a mais pura falta do que fazer durante uma madrugada de notivaguismo.

Sem delongas, não deixem de adquirir o livro se possível, eis o apanhado: 


 Os cinco sistemas cerebrais

The Backwater Gospel e as maçãs podres no barril de pólvora


Esbarrei no curta animado The Backwater Gospel lá pelos idos de 2012, num desses cliques sem pretensão outra exceto a de curiar. E foi uma grata descoberta.

O curta, de terror destilado em humor negro, conta uma história que reprisa uma série de outras protagonizadas pelo homem ao longo de sua estadia na Terra, sobre a morte e restos humanos - especialmente este último, para o bom entendedor. Afinal, a morte, como a vida, vem para todos, é certo que dela ninguém escapa, nem mesmo o Nada que sucumbe à "morte ontológica" quando torna-se Algo. Mas a caminho ou em meio ao Inevitável, são as questões existenciais que acabam por chamar para si mais atenção que a estrela do palco, a morte. 

No barril de restos humanos, o Inevitável é atraído pelo cheiro de maçãs. Mas onde há morte, há morte e isso daria por encerrada a questão se, em determinadas situações geradas e conduzidas pelo homem, o inevitável não fosse apenas esperado, como suspicazmente determinado.


Ó morte
Ó morte
Ó morte
Porque não me poupas só mais um ano?
Mas o que é isto que não consigo ver
Com mãos frias como gelo a envolver-me?
Quando Deus desaparece e o Diabo toma a poder
Quem terá piedade da tua alma?
Ó morte
Ó morte
Ó morte
Ó morte
Nem riqueza, nem ruína, nem prata, nem ouro
Nada me satisfaz a não ser a tua alma
Ó morte
Eu sou a morte, ninguém pode escapar
Abrirei a porta para o Céu ou o Inferno
Ó morte
Ó morte
O meu nome é morte e chegou o fim
("O Death")




17 de novembro de 2013

Diário de bordo desoriental ou Notas de um escândalo que nunca chegou a ser. Nível 2




Terça, 16 de novembro de 2010 às 16:51
Em Viltvodle V, botecando. 
Status:
Ah, então quer dizer que a vítima do preconceito é que deve ceder (dando a cara a tapa) ao preconceituoso de merda? Aguentar caladinho, é? Só mesmo neste mundo!
 
Registro de bordo: Retornando à Terra em 3 tempos verbais, onde esse tipo de coisa não acontece em tempo algum.

Sexta, 19 de novembro de 2010 às 23:58
Status:

Para onde foi o Don Juanismo de antigamente? Não, não me respondam!

Quinta, 25 de novembro de 2010 às 10:28
Status:

Zip-a-dee-doo-dah, zip-a-dee-ay! My, oh my what a wonderful day! Plenty of sunshine heading my way...Zip-a-dee-doo-dah, zip-a-dee-ay!!!!!"

Domingo, 28 de novembro de 2010 às 19:02
Status:

Eu não estou aqui. Eu não estou em mim. Saí de férias.

Quarta, 8 de dezembro de 2010 às 13:56
Status:

Salagadula mexegabula bibidi-bobidi-bu Junte isso tudo e teremos então Bibidi-Bobidi-Bu...

Domingo, 12 de dezembro de 2010 às 22:38
Status:
Isaac Newton. Data de registro de nascimento: 25 de dezembro de 1642. FELIZ "NEWTAL" PARA TODOS!

Quinta, 23 de dezembro de 2010 às 04:36
Chutando bundas.
Status:
A ordem é o prazer da inteligência. A desordem é a delícia da imaginação.

Sexta, 24 de dezembro de 2010 às 20:05
Status:

Dependendo do meu estado de espírito, o melhor de Paris é o seu povo. =]

Segunda, 27 de dezembro de 2010 às 01:30
Status:
No início, era a antroposfera. Depois veio a litosfera, a hidrosfera, a biosfera e a atmosfera. Hoje, vivemos a tecnosfera. Amanhã, quem sabe, a noosfera? Talvez. Se chegarmos vivos e a Terra inteira até lá.

Sábado, 8 de janeiro de 2011 às 02:00 UTC-02
Status:
Scaramouche, Scaramouche, will you do the fandango?

Quarta, 19 de janeiro de 2011 às 03:09 UTC-02
Status: 

Não sei por que, sempre que falam em "civilidade" ouço o som de tiros...

Domingo, 30 de janeiro de 2011 às 19:38 UTC-02
Status:
*lendo as páginas amarelas de vergonha*

Pensão vitalícia para ex-governadores... Cadê os princípios da probilidade e da isonomia? Pouca vergonha da porra! Claro, coisas do Brasil... =] O que só reforça a fama do Brasil 'lá fora' de ser o país do sexo anal. Tá na cara (ou na bunda?) o porquê: pau no cu do povo! Pau no cu a valer! Aliás, pergunta: como a Claudia ainda consegue sentar?

Domingo, 30 de janeiro de 2011 às 20:11
Status:
"Quando a política não corresponde mais às expectativas [...] de garantir as condições para uma vida melhor; quando estas condições se degradam cada vez mais, a despeito das sucessivas eleições e do sobe-e-desce dos governantes; quando os mais ricos isolam-se em suas ilhas de prosperidade e o individualismo egoísta e consumista da classe média torna-se um véu que encobre a realidade social"...

Terça, 1 de fevereiro de 2011 às 01:49
Status:
"Se fulano faz sucesso é porque tem talento e ponto final!". Mas quem disse que é preciso ter talento pra se fazer sucesso? Tiririca, por exemplo, não tem talento como político, mas fez o maior sucesso nas eleições 2010. XD Ah, vai, é engraçado! XD

Quinta, 3 de fevereiro de 2011 às 19:53
Status:
Sartre dizia que "o inferno são os outros", e nós repetimos Sartre muitas vezes sem nos darmos conta da mão dupla desse pensamento. Porque também somos "os outros" em relação àqueles que são os outros para nós. Somos, enfim, a soma de todos os infernos.

Sábado, 5 de fevereiro de 2011 às 16:45
Status: 

Simpre solo pra cahorro! Ahauahauahua!

 
Domingo, 6 de fevereiro de 2011 às 15:40
Status:
Pois aquele que (pensa que) nunca errou, que seja o primeiro a levantar-se... para que eu possa jogar a primeira pedra. =]

Sexta, 11 de fevereiro de 2011 às 02:46
Status:
"Do ya think I'm sexy?"

Sexta, 11 de fevereiro de 2011 às 22:30
Status:
"Casamento não é bom, isto é um fato verdadeiro: o Diabo nunca casou e Jesus morreu solteiro." Assim filosofou o bebum. =]

Sexta, 4 de março de 2011 às 16:01
Status:
Conhecer mais não o torna melhor que aqueles que conhecem menos; torna-o, sim, mais responsável.

Segunda, 14 de março de 2011 às 22:48
Status:
Francamente? Para prolixos compulsivos como eu, um blog-pigmeu como o Twitter é como um nanico castrador de paus avantajados.
 
Quinta, 17 de março de 2011 às 21:48
Status:
"Acredito no Deus que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pelo destino e pelas ações dos homens". - Einstein

Quinta, 17 de março de 2011 às 22:06
Status:

Pra quem pensa estereotipadamente, caos primordial e desordem são a mesma coisa.


Domingo, 27 de março de 2011 às 04:28
Status:
'A vida do homem é solitária, pobre, repugnante, brutal e curta.' (Thomas Hobbes) Com uma existência de merda assim, queria o que?! Que o homem tivesse uma vida (mais) longa (do que já tem)?! Recomponha-se, Bobbes. ¬¬

Quarta, 30 de março de 2011 às 02:37
Status:

Seu Bolsonaro é a favor da tortura. Bueno, eu também sou. Afinal, torturar políticos imprestáveis até a morte seria um BOM COMEÇO.





Se não nós, quem?



É comum crescer ouvindo estereótipos racistas do tipo "preto quando não caga na entrada, caga na saída, e quando não caga na saída, deixa um bilhete dizendo "Cagarei depois". É comum crescer em ambientes familiar e escolar eivados de idéias e atitudes racistas. Ei, estamos no Brasil! Um dos países mais machistas, homofóbicos e racistas do mundo.

A criança não-negra cresce alimentada por pensamentos e comportamentos racistas, que de tão incorporados no modus vivendi da sociedade brasileira, viram rotina; e a criança negra cresce condicionada pelo comportamento social a ter aversão de seu biótipo e a odiar a si mesma por ser, externamente, quem é aos olhos de um mundo racista: um ser estigmatizado com atributos que o tornam inferior em relação aos de sua RAÇA HUMANA.

Sim, porque é isso o que somos, uma só raça, com biótipos diferentes. Einstein estava certo, e o tempo confirmou.

Então, você me pergunta se a aversão/restrição a negros o torna ruim, ao que eu digo: melhor não torna.

A aversão poderia transforma-lo em criminoso, se, tomado pelo sentimento racista, você prejudicasse alguém em razão de sua negritude.

Enquanto o racismo for um sentimento desconstrutivo mantido nas rédeas do auto-controle, não passará de um "pré-julgamento errôneo de foro íntimo". O ideal, no entanto, é trabalhar em si mesmo a desconstrução do racismo. A partir do momento em que deixamos para trás a condição de crianças, orientadas pela cabeça e conduzidas pelas mãos dos adultos, conquistamos o direito de pensar e de agir por nós mesmos bem como a responsabilidade sobre nossos pensamentos e ações. Se crescemos ouvindo comentários racistas e vendo práticas racistas, ao ponto de introjetarmos o sentimento de aversão, e se, mesmo quando adultos conscientes dos próprios atos, damos continuidade a esses velhos hábitos, embora sabendo que são ruins, a conclusão é mais que óbvia: passamos de vítimas a cúmplices.

O fato é: se sabemos que estamos equivocados, por que perseverar no erro, afinal?

Identidades podem ser desconstruídas. A de um racista está entre elas.

Boa vontade, esclarecimento, condicionamento mental e envolvimento com a realidade sócio-cultural negra (e com seus problemas e necessidades) são a "mais-valia" da formação de boas práticas de inclusão das diversidades. Como dizem os mestres yogis: Pratique, preocupe-se com a teoria depois.




Coisas que desenterramos do passado, em: Formspring.me