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29 de janeiro de 2014

No editorial do jornal pangaláctico de hoje...



Você, humano. Sim, você mesmo. Você deve urgentemente transpor velhas barreiras e vencer as aparências. 

Quando vocês dizem "todos somos de uma única raça, a humana" - recapitulando as palavras utilizadas por um certo Einstein na papelada que preencheu ao exilar-se nos EUA (Raça?, lhe perguntaram; "HUMANA", ele escreveu) - deixam subentendido que a cor da pele, o sexo, a crença, toda e qualquer diferença da individualidade, são detalhes humanos e, como detalhes, estão inseridos no conceito de HUMANO, mas não podem superá-lo.

Isso, se não sabe, é ontológico e, sendo ontológico, está na base, na raiz da questão.

Significa dizer que um "negro" ou um "branco" não é (essencialmente) um negro ou um branco, porque cor de pele não define a sua humanidade; e sim, que ele É UM HOMEM e que a cor da sua pele é escura ou clara. Significa dizer que uma lésbica não é uma lésbica, porque o que ela faz com o seu sexo não define sua humanidade; e sim que ela É UMA MULHER e que a sua orientação sexual, quando perguntado, é 'homossexual'.

Significa dizer, enfim, o que uma criança humana é capaz de entender à perfeição:

Que todos vocês são HUMANOS e, sendo humanos, TODOS têm os mesmos direitos humanos.

No dia em que compreenderem essa simples verdade, toda e qualquer separação deixará de existir, porque de obsoletas.



8 de janeiro de 2014

We Are Gold




- Alguém mais vê o número Phi nas linhas áureas do universo?
- Eu vejo o número Phi em tudo o tempo todo...
- Em qual proporção?
- Na da minha imaginação. 
 

 

17 de novembro de 2013

"Vóis sois deuses", nos foi dito. Pois somente deuses comandam 'universos'.





Vou dizer uma coisa e ela é minha para fazer o que quiser: O ser humano não precisa de pena. Pena não é piedade, porque a piedade demanda ação e a pena - a banalização de piedade - conformista e hipócrita como é, se contenta com o "passar a mão na cabeça" e com a atitude passiva.

O ser humano precisa, sim, é se conhecer intimamente, descobrir a força interior que tem, o poder realizador que lhe é inato; precisa se amar e, assim o fazendo, amar o seu igual (como alguém que se odeia ou se despreza pode amar o outro, sem transformar esse 'amor' em apego, escapismo ou refúgio?). Ele precisa desvendar-se e, uma vez o fazendo, apaixonar-se pelo que há de belo, oculto sob camadas de ilusão, auto-engano e comiseração.

O ser humano não precisa de pena, não precisa de 'mimimi', de ''tadismos de mim", coisas vãs que servem de placebo para seus dramas de consciência, porque ele não é uma vítima, é um vivo sobrevivente: sob ele pairam milênios de desconstrução ontológica e o peso hercúleo de um presente nada amigável. É um sobrevivente porque sua necessidade de evoluir, completar-se e superar-se pede mais de si, pois ela própria, a força natural chamada 'necessidade', tem a consciência da amplitude do poder humano, significando com isso dizer que 'se há problemas de percurso é porque PODEMOS resolvê-los'. Não é demagogia espiritual, é a mais pura e imortal verdade: nós podemos.

Não é de pena o que precisamos, especialmente nesses tempos de ferro e de uma 'normose' malsã: é de Entendimento. A chave do conhecimento oculto sempre foi o homem, e o conhecimento, embora hoje pareça clichê, é poder. O poder de ver, entender, assimilar, transformar, expandir, realizar! A começar por si, pois todo homem e toda mulher é tanto uma estrela quanto um universo.

Não é com o choro da auto-imolação amiserativa, que o ser humano realizará o bom combate nos campos do ego e de seus 'defeitos psicológicos', e sim à base de compreensão do universo particular - e isso importará no confronto limpo e direto com a 'sombra' interior - e de ação reta (dois elementos, aliás, do Nobre Caminho Óctuplo, segundo Siddartha Gautama, o Buddha). A essência, consciência ou alma - não importa o nome que lhe derem - é de fato o que temos de mais nobre. Quando o homem compreender e aceitar que é ela, e não o ego e seus confusos barulhos intermitentes, a parte divina que se conecta e se expressa nas diferentes dimensões (planos quânticos de espaço-tempo diferenciados e contínuos), entenderá o que é ser imortal - e o que isso importa.

O primeiro passo já foi dado em algum futuro dos infinitesimais existentes, tudo o que o o espírito humano precisa é entrelaçar-se a ele. Como?

SUPERANDO-SE. Agora, nas pequenas coisas, sejam elas materiais, sejam elas de foro íntimo - sobretudo essas.

Faça você mesmo. Não tema a verdade, ela é, de fato, libertadora:
VOCÊ PODE.


25 de outubro de 2012

O oculto do oculto, oculto está



Ponta do iceberg: "Parece ser simples, mas é apenas a ponta do iceberg". Dito popular (conotação) utilizado para se referir a algo (fato, situação, condição, negócio, assunto, questão, problema) que, a primeira vista, se mostra de fácil compreensão, confrontação ou solução, quando, em verdade, possui maior dimensão e complexidade do que aparentemente evidencia, inspirando cautela e requerendo do observador o olhar imersivo, holístico e crítico sobre o objeto (a ponta do iceberg), seu continente (o iceberg) e seu conteúdo (do que é feito).



Adicione aqui mais opções 
(em mais de 500 anos de história):

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