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3 de dezembro de 2014

Por que o universo existe? Com a palavra, Jim Holt.



Se Shopenhauer estivesse aqui - provavelmente ele não estaria aqui pois teria muito trabalho a fazer "do lado de fora" - talvez deixasse no mural os seguintes dizeres: "Vocês devem pensar sobre a contingência da sua existência, a contingência do mundo, da vida, do universo e tudo mais... a menos, claro, que não se importem de continuar reduzidos a uma vergonhosa condição de deficiência auto imposta".

Pois, certa vez disse a Musa, a mente é poderosa e os mistérios, quando saboreados, tornam-se irresistíveis demais para que a mente contente-se com nada menos que o Infinito.



15 de abril de 2014

Pausa para o recreio! E chá com a Lebre de Março.



Para você que, assim como eu, sente atração por puzzles paradoxais e quebra-cabeças algoritmicos, convido-o a tergiversar sobre três dos dez desafios mentais abaixo, extraídos tal e qual escritos/traduzidos (excetuando as imagens), do recomendado site de divulgação científica "HypeScience".



A mente humana pode ser um lugar assustador. Algumas ideias que surgem dela podem ser problemas tão paradoxais e complicados que a resposta certa parece ser errada, e a errada, em alguns dias, parece mais certa que em outros. Veja alguns desses problemas:

10. Hotel Infinito

O Hotel Infinito é um paradoxo usado para explicar o conceito de infinito (lembre-se, “infinito” não é um número). Imagine um hotel, mas diferente dos hotéis comuns, este tem um número infinito de quartos, e eles estão ocupados por um número infinito de hóspedes.

Imagine agora que você chegou na portaria e pediu um quarto, mas o atendente diz “os quartos estão todos ocupados”. Depois de uma pausa, ele tem uma ideia “já sei, eu vou colocar os hóspedes do quarto 1 para o quarto 2!”. E assim ele faz, movendo os hóspedes do quarto 2 para o quarto 3, do quarto 3 para o quarto 4… Um número infinito de hóspedes sendo empurrados mais fundo em um número infinito de quartos.

Mas agora há dois conjuntos infinitos: o primeiro era o hotel antes de você chegar, com infinitos hóspedes e infinitos quartos. Agora tem o mesmo número de hóspedes, mais você. Mas isto é infinito mais um? Qual é maior? Os dois são iguais?

9. O problema do Bonde

Este é mais um problema de moralidade: as necessidades de um são mais importantes que as necessidades de muitos? Imagine que você testemunhe um bonde que está avançando em direção a um muro. Você está no lugar certo e na hora certa para mover uma chave que desvia o bonde para outros trilhos. O problema é que tem um homem em pé naqueles outros trilhos, e você não tem como avisá-lo.

Você move a chave e deixa ele morrer, ou fica parado e não faz nada, só olhando os passageiros do bonde morrerem? E se não houver uma chave, mas sim um homem grande o suficiente para parar o bonde se você empurrá-lo na frente do veículo? Por estranho que pareça, uma quantia surpreendente de pessoas acha que não há problemas em mover a chave, mas ao mesmo tempo não suportam a ideia de empurrar o homem, apesar das duas alções resultarem na mesma coisa – a morte de uma pessoa por causa de nossas ações.

Este dilema moral tem fascinado tanto a humanidade que permeia praticamente todas as histórias que contamos. É um dos pontos principais do filme Star Trek II: A Ira de Kahn, e é uma das principais justificativas dos homens que lançaram a Bomba Atômica.

8. O Paradoxo da Trombeta de Gabriel e do Pintor

Imagine que você tem uma trombeta, mas não uma trombeta qualquer. Em vez de terminar em um bocal, o lado mais estreito da trombeta se estende ao infinito. Ele nunca termina e fica cada vez menor. Não é preciso saber muita matemática para ver que o lado de dentro da trombeta tem uma superfície infinita.

Agora suponha que você quer pintar o lado de dentro da trombeta. Qual será o melhor método? Quando ela ficar muito estreita, você não vai poder usar um pincel. Talvez seja uma boa ideia derramar a tinta dentro da corneta, assim ela escorre até os lugares que nosso pincel não alcança. Mas quanta tinta vamos precisar?

Surpreendentemente, a corneta, mesmo se estendendo infinitamente, e tendo uma superfície interna infinita, tem um volume finito, e dá para calcular quanta tinta precisamos para preencher toda a corneta. E este é o paradoxo.

7. O barco de Teseu

Nenhum barco pode navegar para sempre; eventualmente alguma coisa vai quebrar, apodrecer ou estragar. No barco de Teseu, sempre que uma peça estraga ou quebra, é trocada por outra idêntica, porém nova. Com o passar do tempo, todas as peças do barco acabam estragando e sendo substituídas desta forma. Quando a última peça é substituída, ele ainda é o mesmo barco? Se não, em que ponto ele se torna outro barco?



Se você achar que é o mesmo barco, vamos dar uma esticada no nosso cenário. Imagine que, depois disto tudo feito e temos nosso “novo” barco de Teseu, nós navegamos por todos os mares em busca das peças originais. Todas elas são localizadas, recuperadas, renovadas, e montadas na forma de um barco, como era antes. Agora temos dois barcos idênticos. Qual deles é o barco de Teseu?



6. O paradoxo do bartender

Para entender o paradoxo do bartender, veja história curta de Robert Henlein, “All You Zombies“. Se você está com preguiça de ler uma história de 13 páginas ou não sabe inglês, aí vai a versão resumida: Jane é uma moça que cresceu em um orfanato e nunca conheceu seus pais. Um dia ela se apaixona por um andarilho, que a engravida e some. Quando chega o dia do nascimento da criança, os médicos descobrem que Jane tem um defeito de nascença raro – ela é hermafrodita. Para salvá-la, eles precisam convertê-la em homem. Quando ela acorda da cirurgia, descobre que sua filha foi roubada da enfermaria.
 
Incapaz de suportar a perda do amante e da filha, Jane (que agora é um homem) entra em depressão e se torna um andarilho. Um dia, ele entra em um bar e conta sua história para um bartender que é estranhamente compreensivo. Ele diz que pode ajudá-la, mas Jane tem que se tornar membro do Corpo de Viajantes do Tempo. Jane concorda, e entra com ele em uma máquina do tempo.

Voltando para o passado, Jane se apaixona por uma menina órfã e, depois de pouco tempo, engravida-a. Enquanto isto está acontecendo, o bartender viaja 9 meses no futuro, e rouba o bebê da enfermaria, voltando para o passado 18 anos e abandonando-o na porta de um orfanato. Então, os dois retornam para o presente, e Jane se torna um membro do Corpo de Viajantes do Tempo. 

Alguns anos adiante no futuro, ela se disfarça de bartender e viaja para o passado, para um importante encontro com um andarilho solitário.
O que tudo isto significa? Jane, o andarilho, a filha dela, e o bartender são a mesma pessoa. Uma família bastante confusa.

5. O problema de Newcomb

O Problema de Newcomb, às vezes chamado de Paradoxo de Newcomb, começa com um jogo. Existem duas caixas na sua frente, a Caixa A e a Caixa B. A Caixa A é transparente, e tem US$1.000. A caixa B é opaca e pode conter US$1 milhão ou estar vazia. Há uma entidade, chamada de Preditor, que vai predizer qual caixa você vai escolher, e ele é considerado infalível. Quando o jogo começa, a predição já foi feita, e o conteúdo da Caixa B é alterada de acordo com esta predição. Você então recebe a instrução de escolher só a Caixa B ou as duas caixas.

Se o Preditor previu que você vai pegar as duas, então a Caixa B está vazia. Se o Preditor escolher a Caixa B, então ela tem US$ 1 milhão. Ao contrário do que você possa pensar, pegar a Caixa B é sempre a escolha correta.

Isto por que o Preditor está sempre certo. Se você vai escolher a Caixa B, podemos ignorar a possibilidade de estar vazia, por que o Preditor teria então feito uma predição incorreta (a de que você pegaria as duas caixas). Como ele é infalível, você pega só a Caixa B e então vai embolsar US$ 1 milhão toda vez.

Por que isto seria um paradoxo? Por que você poderia pensar assim: pegar as duas caixas sempre vai resultar em você ganhando dinheiro. Ganhar só US$ 1 milhão está fora de questão, assim como zero. Você definitivamente vai obter US$ 1.000 ou US$1.001.000. E existem argumentos à favor das duas escolhas.

4. Os Macacos Datilógrafos

O infinito parece render infinitas discussões. Este experimento mental assume que temos um número infinito de macacos datilografando aleatoriamente em uma quantidade infinita de teclados durante um tempo infinito.

Como o infinito é infinitamente infinito, a probabilidade destes macacos eventualmente digitarem as obras completas de Shakespeare é de 100%. Isto por que qualquer história é apenas uma longa carreira de caracteres, e apesar da probabilidade de alguém a digitar aleatoriamente ser muito pequena, não é zero; assim, dado um período infinito de tempo, irá ocorrer. Infelizmente, o mesmo vai valer para os Cinquenta Tons de Cinza.

Mas isto não significa necessariamente que irá acontecer rapidamente. Alguns matemáticos teorizam de que vai levar mais tempo para obter uma cópia sem erros do que a idade atual do universo.

3. O Paradoxo dos Gêmeos

O Paradoxo dos Gêmeos gerou um dos maiores debates em torno da Teoria da Relatividade de Einstein. No paradoxo, começamos com dois gêmeos idênticos. Um deles viaja de foguete a velocidades próximas à da luz, enquanto o outro permanece na Terra, aguardando o retorno do seu irmão.

Da perspectiva do gêmeo que ficou na Terra, otempo se move mais lentamente na espaçonave por causa de sua alta velocidade. Se a viagem de ida e volta tomar 5 anos no relógio da nave, e for feita a 99,9% da velocidade da luz, 100 anos terão se passado na Terra, e o gêmeo que ficou na Terra provavelmente terá morrido de velhice, enquanto seu irmão gêmeo terá envelhecido apenas 5 anos.

2. O Dilema do Veneno de Kavka

Imagine que um ricaço te aborde com uma garrafa de um produto tóxico qualquer, um veneno capaz de te causar dor por um dia inteiro, mas que não te mataria – você se recuperaria totalmente.

O ricaço diz que se você tiver ao fim do dia a intenção de beber o veneno na tarde seguinte, ele lhe dará um milhão de dólares. O dinheiro estará na sua conta na manhã seguinte, antes da hora que você pretende tomar o veneno, hora em que você também pode decidir não beber o veneno, e ele não vai pedir o dinheiro de volta. Mas você terá realmente que ter a intenção de beber o veneno (de alguma forma o ricaço saberá se você tem mesmo a intenção, então você não poderá enganá-lo).

Parece algo simples, mas Kavka sugere que, sabendo que você pode voltar atrás, fica impossível alguém realmente ter a intenção de beber o veneno.

1. A Terra Gêmea

Imagine uma “gêmea” da Terra em algum lugar do universo. Ela é totalmente idêntica à nossa em todos os aspectos: orbita o mesmo tipo de estrela, que recebe o mesmo nome de “sol”, tem a mesma história, e tem um “gêmeo” de cada pessoa viva. A única diferença é que não há água na Terra Gêmea, em vez disso há um líquido alternativo que não é H2O (digamos, “XYZ”) que é fundamentalmente diferente ao nível molecular.

Neste planeta gêmeo, o XYZ sempre foi o substituto da água, e eles até mesmo o chamam de água. A questão é, quando uma pessoa da Terra Gêmea se refere a XYZ como água, e uma pessoa se refere a H2O como água, qual dos dois está correto? O que dita qual é a água verdadeira, a experiência dos observadores nos dois planetas (que é idêntica) ou a composição química? E se a composição química ainda não tiver sido determinada, como determinar qual é a água verdadeira? [Fonte: Listverse]



Texto extraído, na íntegra, de:

Express yourself!


8 de janeiro de 2014

We Are Gold




- Alguém mais vê o número Phi nas linhas áureas do universo?
- Eu vejo o número Phi em tudo o tempo todo...
- Em qual proporção?
- Na da minha imaginação. 
 

 

19 de outubro de 2013

Considere (se)...




De repente, uma tirinha entrou na minha timeline como Sagan entrou nas nossas vidas: como um pequeno grande ponto de luz, que atrai, envolve e não se extingue.



Para quem não lembra do video "Pálido Ponto Azul"...






"Na escala dos mundos, humanos são irrelevantes, uma fina película de vida no obscuro e solitário torrão de rocha e metal."








Tirinha em: http://www.umsabadoqualquer.com/homenagem-carl-sagan/


25 de agosto de 2013

Um restaurante sci-fi do outro lado do universo, bem aqui



Cansado daquele social em Rede? Que tal um passeio pelo universo, a vida e tudo mais, na companhia de Arthur C. Clarke, Carl Sagan e Stephen Hawking? 

O passeio dura aproximadamente 1 hora e, apesar de ter ocorrido em 1988 (sim, você  fará uma viagem no tempo!), é tão atual e instigante quanto uma visita ao Grande Colisor de Hadrons, no CERN (insira aqui ____ sua emoção favorita).

Do Big Bang ao conceito de Deus, vale a pena conferir. Nem que seja para atualizar o seu status na Rede Social com um "Morria e não sabia" ou "Fui, vi e (não) entendi". Peixes e peixas das Redes, com vocês... dois dos maiores expoentes da ciência moderna e o "pai" de 2001: Uma Odisséia no Espaço e de Encontro com Rama, de um jeito que somente os que tem sede de conhecimento imaginam (na versão completa e dividida em partes, para sua comodidade). Voilà!

Deus, O Universo e Todo o Resto (Completo)


 

Deus, O Universo e Todo o Resto (Parte 1)

 

 

Deus, O Universo e Todo o Resto (Parte 2)

 

Deus, O Universo e Todo o Resto (Parte 3)

 


Deus, O Universo e Todo o Resto (Parte 4)


Deus, O Universo e Todo o Resto (Parte 5)


 

16 de fevereiro de 2013

O universo numa cabeça de abóbora



“Durante dos mil anos a humanidade acreditou que o Sol e todos os astros do céu davam voltas a seu redor. O Papa, os cardeais, os príncipes, os eruditos, os capitães, comerciantes, pescadores e estudantes acreditaram estar sentados imóveis na esfera de cristal. Mas agora nós saímos disso, Andrea. O velho tempo passou e estamos em uma nova época. É como se a humanidade esperasse algo desde há um século. As cidades são estreitas e assim são as cabeças (...) Tudo se move, meu amigo. Me alegra pensar que a dúvida começou com os navios. (...) Desde então sobreviveu o grande desejo: investigar a causa de todas as coisas (...) Cada dia se descobre algo. (...) Muito trabalho aguarda nossa nova geração. (...) O tempo velho passou, estamos ante uma nova época. O mundo inteiro diz: sim, isso está nos livros, mas deixe-nos agora olhar para nós mesmos. (...) A Terra gira alegremente ao redor do Sol e os pescadores, os comerciantes, os príncipes e os cardeais e até mesmo o Papa giram com ela. (...)” - Excertos da peça teatral de Bertolt Brecht, “Galileo Galilei”, escrita entre 1938-1939, na Dimarca, durante seu exílio.

Mudanças, descobertas, incursões rumo ao ‘novo’, o mérito da dúvida, o crescimento íntimo, a misteriosa Roda da Fortuna girando ao compasso dos astros. Na época em que Brecht escreveu a peça, os jornais publicavam a notícia da desintegração do átomo de urânio pelos físicos alemães. Décadas antes, Einstein publicava a Teoria da Relatividade. Décadas depois, em nossa época presente, os físicos buscam aquilo que Stephen Hawking chama de “Graal” do pensamento científico: a “Teoria de Tudo”.

"Um novo racionalismo, o que poderia induzir a uma nova perspectiva metafísica: Somos testemunhas de mudanças profundas no mundo, fantásticas descobertas científicas contrastando com a violência e a pobreza, viagens ao espaço e a busca por vida alienígena, mas por outro lado a destruição ambiental. Como nos inserimos neste mundo em desencanto onde os referencias mudam em velocidade assombrosa? Encarar o mundo como um organismo vivo, reciclar os nossos valores, e ter uma atitude mais consciente são fatores de mudança, não esperar um mundo melhor, mas fazê-lo melhor". - Declaração de Veneza / Itália (UNESCO- 1986)

Há mais ou menos 400 anos atrás, o homem contemplava o céu e acreditava que os “filhos de Adão” eram as únicas criaturas inteligentes existentes no universo, ou no que ele pensava ser o universo. O geocentrismo ainda estava em voga, embora em franca decadência, e os valores e atitudes ocidentais giravam em torno da idéia de um deus antropomorfo, que teria criado o homem para exercer uma relativamente curta marcha existencial em um planeta centralista, rijo em sua órbita no “umbigo” de tudo (até então imaginado pela mentalidade do homem teocentrista). 

Passados poucos séculos, e o homem orbita hoje em um meio de “holopensene” quântica, onde a metafísica do ocidente e a física transcendental do oriente, antes heterogêneas aos olhos da ciência, não se parecem mais óleo e água quando olhadas de perto. Transformações céleras no consciente coletivo impulsionaram intelectualmente boa parte da humanidade para um espaço-tempo dinâmico, onde a realidade dividiu-se em várias outras a olhos nus. A Terra gira, dizia Galileu, e com ela nos movemos em torno de nós mesmos e das coisas do mundo das coisas. E mesmo as partículas atômicas, antes “sólidas” e indivisíveis, desvelaram-se num mudar de lentes nanoscópicas, revelando-se tão flexíveis como ondas e ainda assim tão rígidas em si mesmas.

Do projeto Manhattan ao projeto Apollo, e deste ao Genoma, hoje vivemos a Era do Quanta, onde as realidades se alinham e a aparência do oculto não é mais como era antes. E tudo transformar-se, e nada se perde - por mais perdido que se sinta o homem em meio à tantas descobertas e alterações de “foco”.

Transformar-se. Transmutar-se. “Transfazer-se”. “Reciclar valores e ter uma atitude consciente são fatores de mudança” para fazer do mundo um algo melhor a partir do melhor transformado no homem. Esse talvez seja o maior desafio “metafísico” de todos: melhorar o homem e assim melhorar o mundo. Nestes termos, talvez o cunho destas palavras faça sentido:

Ser verdadeiro é ser autêntico;
é nunca precisar mentir para manter uma aparência;
é ter a coragem de dizer as suas próprias verdades,
ainda que com elas possa vir a provocar dissidências;
ainda que por elas venha a se defrontar com rejeições.
Ser verdadeiro é ser fiel àquilo em que se acredita
é viver em coerência com suas próprias crenças.
Ser verdadeiro é ousar viver em acordo com suas convicções.
Ser verdadeiro é ter a coragem de demonstrar aquilo que se sente e não temer mostrar a própria vulnerabilidade.
Ser verdadeiro é correr o risco de ficar só e mesmo assim continuar.
Ser verdadeiro, enfim, é viver em paz consigo mesmo.
(Autoria desconhecida)

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Do arquivo morto da sempre viva Pumpkin Pie Magazine (ed. 5 e 6), o quarto Projeto Internacional - que, como o quarto Rei Mago, saiu da história para tornar-se lenda.