"Lá, do outro lado do campo, estava ele, parado, olhando para Alice com seus olhos de bolota. Era um coelho. Mas não um coelho comum, branco e felpudo, de focinho vermelho. Era mais parecido com uma engenhoca desencapada. Ela lembrou de ter visto engenhocas assim numa feira de tecnologia a vapor. Era um coelho, sim, ninguém poderia negar... um coelho 'steampunk'. Satisfeita consigo e ainda mais curiosa... ela o seguiu."
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5 de abril de 2014
Steam Rabbit
8 de janeiro de 2014
Diz-me com que Caudas e dir-te-ei quem Alice!
Disse o gatopara o rato:- Façamos umtrato. Peranteo tribunal eute denunciarei.Que a justiça sefaça. Vem, deixade negaça, épreciso, afinal,que cumpramosa lei. Disse orato pro gato:- Um julgamentotal, sem juiznem jurado,
seria umdisparate.- O juiz e ojurado sereieu, disseo gato. Etu, rato, réunato, eucondenoa meuprato.
Poema "Cauda", de Lewis Carroll, em 'Alice no País das Maravilhas'.
Tradução de Augusto de Campos.
16 de novembro de 2013
Você já viu um 'jaguar d'arte'?
Era briluz.
As lesmolisas touvas roldavam e reviam nos gramilvos.
Estavam mimsicais as pintalouvas,
E os momirratos davam grilvos.
"Foge do Jaguadarte, o que não morre!
Garra que agarra, bocarra que urra!
Foge da ave Fefel, meu filho, e corre
Do frumioso Babassura!"
Ele arrancou sua espada vorpal e foi atras do inimigo do Homundo.
Na árvore Tamtam ele afinal
Parou, um dia, sonilundo.
E enquanto estava em sussustada sesta,
Chegou o Jaguadarte, olho de fogo,
Sorrelfiflando atraves da floresta,
E borbulia um riso louco!
Um dois! Um, dois! Sua espada mavorta
Vai-vem, vem-vai, para tras, para diante!
Cabeca fere, corta e, fera morta,
Ei-lo que volta galunfante.
"Pois então tu mataste o Jaguadarte!
Vem aos meus braços, homenino meu!
Oh dia fremular! Bravooh! Bravarte!"
Ele se ria jubileu.
Era briluz.
As lesmolisas touvas
Roldavam e relviam nos gramilvos.
Estavam mimsicais as pintalouvas,
E os momirratos davam grilvos.
As lesmolisas touvas roldavam e reviam nos gramilvos.
Estavam mimsicais as pintalouvas,
E os momirratos davam grilvos.
"Foge do Jaguadarte, o que não morre!
Garra que agarra, bocarra que urra!
Foge da ave Fefel, meu filho, e corre
Do frumioso Babassura!"
Ele arrancou sua espada vorpal e foi atras do inimigo do Homundo.
Na árvore Tamtam ele afinal
Parou, um dia, sonilundo.
E enquanto estava em sussustada sesta,
Chegou o Jaguadarte, olho de fogo,
Sorrelfiflando atraves da floresta,
E borbulia um riso louco!
Um dois! Um, dois! Sua espada mavorta
Vai-vem, vem-vai, para tras, para diante!
Cabeca fere, corta e, fera morta,
Ei-lo que volta galunfante.
"Pois então tu mataste o Jaguadarte!
Vem aos meus braços, homenino meu!
Oh dia fremular! Bravooh! Bravarte!"
Ele se ria jubileu.
Era briluz.
As lesmolisas touvas
Roldavam e relviam nos gramilvos.
Estavam mimsicais as pintalouvas,
E os momirratos davam grilvos.
"O Jaguadarte", de Lewis Carroll
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