17 de novembro de 2013

Diário de bordo desoriental ou Notas de um escândalo que nunca chegou a ser. Nível 2




Terça, 16 de novembro de 2010 às 16:51
Em Viltvodle V, botecando. 
Status:
Ah, então quer dizer que a vítima do preconceito é que deve ceder (dando a cara a tapa) ao preconceituoso de merda? Aguentar caladinho, é? Só mesmo neste mundo!
 
Registro de bordo: Retornando à Terra em 3 tempos verbais, onde esse tipo de coisa não acontece em tempo algum.

Sexta, 19 de novembro de 2010 às 23:58
Status:

Para onde foi o Don Juanismo de antigamente? Não, não me respondam!

Quinta, 25 de novembro de 2010 às 10:28
Status:

Zip-a-dee-doo-dah, zip-a-dee-ay! My, oh my what a wonderful day! Plenty of sunshine heading my way...Zip-a-dee-doo-dah, zip-a-dee-ay!!!!!"

Domingo, 28 de novembro de 2010 às 19:02
Status:

Eu não estou aqui. Eu não estou em mim. Saí de férias.

Quarta, 8 de dezembro de 2010 às 13:56
Status:

Salagadula mexegabula bibidi-bobidi-bu Junte isso tudo e teremos então Bibidi-Bobidi-Bu...

Domingo, 12 de dezembro de 2010 às 22:38
Status:
Isaac Newton. Data de registro de nascimento: 25 de dezembro de 1642. FELIZ "NEWTAL" PARA TODOS!

Quinta, 23 de dezembro de 2010 às 04:36
Chutando bundas.
Status:
A ordem é o prazer da inteligência. A desordem é a delícia da imaginação.

Sexta, 24 de dezembro de 2010 às 20:05
Status:

Dependendo do meu estado de espírito, o melhor de Paris é o seu povo. =]

Segunda, 27 de dezembro de 2010 às 01:30
Status:
No início, era a antroposfera. Depois veio a litosfera, a hidrosfera, a biosfera e a atmosfera. Hoje, vivemos a tecnosfera. Amanhã, quem sabe, a noosfera? Talvez. Se chegarmos vivos e a Terra inteira até lá.

Sábado, 8 de janeiro de 2011 às 02:00 UTC-02
Status:
Scaramouche, Scaramouche, will you do the fandango?

Quarta, 19 de janeiro de 2011 às 03:09 UTC-02
Status: 

Não sei por que, sempre que falam em "civilidade" ouço o som de tiros...

Domingo, 30 de janeiro de 2011 às 19:38 UTC-02
Status:
*lendo as páginas amarelas de vergonha*

Pensão vitalícia para ex-governadores... Cadê os princípios da probilidade e da isonomia? Pouca vergonha da porra! Claro, coisas do Brasil... =] O que só reforça a fama do Brasil 'lá fora' de ser o país do sexo anal. Tá na cara (ou na bunda?) o porquê: pau no cu do povo! Pau no cu a valer! Aliás, pergunta: como a Claudia ainda consegue sentar?

Domingo, 30 de janeiro de 2011 às 20:11
Status:
"Quando a política não corresponde mais às expectativas [...] de garantir as condições para uma vida melhor; quando estas condições se degradam cada vez mais, a despeito das sucessivas eleições e do sobe-e-desce dos governantes; quando os mais ricos isolam-se em suas ilhas de prosperidade e o individualismo egoísta e consumista da classe média torna-se um véu que encobre a realidade social"...

Terça, 1 de fevereiro de 2011 às 01:49
Status:
"Se fulano faz sucesso é porque tem talento e ponto final!". Mas quem disse que é preciso ter talento pra se fazer sucesso? Tiririca, por exemplo, não tem talento como político, mas fez o maior sucesso nas eleições 2010. XD Ah, vai, é engraçado! XD

Quinta, 3 de fevereiro de 2011 às 19:53
Status:
Sartre dizia que "o inferno são os outros", e nós repetimos Sartre muitas vezes sem nos darmos conta da mão dupla desse pensamento. Porque também somos "os outros" em relação àqueles que são os outros para nós. Somos, enfim, a soma de todos os infernos.

Sábado, 5 de fevereiro de 2011 às 16:45
Status: 

Simpre solo pra cahorro! Ahauahauahua!

 
Domingo, 6 de fevereiro de 2011 às 15:40
Status:
Pois aquele que (pensa que) nunca errou, que seja o primeiro a levantar-se... para que eu possa jogar a primeira pedra. =]

Sexta, 11 de fevereiro de 2011 às 02:46
Status:
"Do ya think I'm sexy?"

Sexta, 11 de fevereiro de 2011 às 22:30
Status:
"Casamento não é bom, isto é um fato verdadeiro: o Diabo nunca casou e Jesus morreu solteiro." Assim filosofou o bebum. =]

Sexta, 4 de março de 2011 às 16:01
Status:
Conhecer mais não o torna melhor que aqueles que conhecem menos; torna-o, sim, mais responsável.

Segunda, 14 de março de 2011 às 22:48
Status:
Francamente? Para prolixos compulsivos como eu, um blog-pigmeu como o Twitter é como um nanico castrador de paus avantajados.
 
Quinta, 17 de março de 2011 às 21:48
Status:
"Acredito no Deus que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pelo destino e pelas ações dos homens". - Einstein

Quinta, 17 de março de 2011 às 22:06
Status:

Pra quem pensa estereotipadamente, caos primordial e desordem são a mesma coisa.


Domingo, 27 de março de 2011 às 04:28
Status:
'A vida do homem é solitária, pobre, repugnante, brutal e curta.' (Thomas Hobbes) Com uma existência de merda assim, queria o que?! Que o homem tivesse uma vida (mais) longa (do que já tem)?! Recomponha-se, Bobbes. ¬¬

Quarta, 30 de março de 2011 às 02:37
Status:

Seu Bolsonaro é a favor da tortura. Bueno, eu também sou. Afinal, torturar políticos imprestáveis até a morte seria um BOM COMEÇO.





Se não nós, quem?



É comum crescer ouvindo estereótipos racistas do tipo "preto quando não caga na entrada, caga na saída, e quando não caga na saída, deixa um bilhete dizendo "Cagarei depois". É comum crescer em ambientes familiar e escolar eivados de idéias e atitudes racistas. Ei, estamos no Brasil! Um dos países mais machistas, homofóbicos e racistas do mundo.

A criança não-negra cresce alimentada por pensamentos e comportamentos racistas, que de tão incorporados no modus vivendi da sociedade brasileira, viram rotina; e a criança negra cresce condicionada pelo comportamento social a ter aversão de seu biótipo e a odiar a si mesma por ser, externamente, quem é aos olhos de um mundo racista: um ser estigmatizado com atributos que o tornam inferior em relação aos de sua RAÇA HUMANA.

Sim, porque é isso o que somos, uma só raça, com biótipos diferentes. Einstein estava certo, e o tempo confirmou.

Então, você me pergunta se a aversão/restrição a negros o torna ruim, ao que eu digo: melhor não torna.

A aversão poderia transforma-lo em criminoso, se, tomado pelo sentimento racista, você prejudicasse alguém em razão de sua negritude.

Enquanto o racismo for um sentimento desconstrutivo mantido nas rédeas do auto-controle, não passará de um "pré-julgamento errôneo de foro íntimo". O ideal, no entanto, é trabalhar em si mesmo a desconstrução do racismo. A partir do momento em que deixamos para trás a condição de crianças, orientadas pela cabeça e conduzidas pelas mãos dos adultos, conquistamos o direito de pensar e de agir por nós mesmos bem como a responsabilidade sobre nossos pensamentos e ações. Se crescemos ouvindo comentários racistas e vendo práticas racistas, ao ponto de introjetarmos o sentimento de aversão, e se, mesmo quando adultos conscientes dos próprios atos, damos continuidade a esses velhos hábitos, embora sabendo que são ruins, a conclusão é mais que óbvia: passamos de vítimas a cúmplices.

O fato é: se sabemos que estamos equivocados, por que perseverar no erro, afinal?

Identidades podem ser desconstruídas. A de um racista está entre elas.

Boa vontade, esclarecimento, condicionamento mental e envolvimento com a realidade sócio-cultural negra (e com seus problemas e necessidades) são a "mais-valia" da formação de boas práticas de inclusão das diversidades. Como dizem os mestres yogis: Pratique, preocupe-se com a teoria depois.




Coisas que desenterramos do passado, em: Formspring.me

"Vóis sois deuses", nos foi dito. Pois somente deuses comandam 'universos'.





Vou dizer uma coisa e ela é minha para fazer o que quiser: O ser humano não precisa de pena. Pena não é piedade, porque a piedade demanda ação e a pena - a banalização de piedade - conformista e hipócrita como é, se contenta com o "passar a mão na cabeça" e com a atitude passiva.

O ser humano precisa, sim, é se conhecer intimamente, descobrir a força interior que tem, o poder realizador que lhe é inato; precisa se amar e, assim o fazendo, amar o seu igual (como alguém que se odeia ou se despreza pode amar o outro, sem transformar esse 'amor' em apego, escapismo ou refúgio?). Ele precisa desvendar-se e, uma vez o fazendo, apaixonar-se pelo que há de belo, oculto sob camadas de ilusão, auto-engano e comiseração.

O ser humano não precisa de pena, não precisa de 'mimimi', de ''tadismos de mim", coisas vãs que servem de placebo para seus dramas de consciência, porque ele não é uma vítima, é um vivo sobrevivente: sob ele pairam milênios de desconstrução ontológica e o peso hercúleo de um presente nada amigável. É um sobrevivente porque sua necessidade de evoluir, completar-se e superar-se pede mais de si, pois ela própria, a força natural chamada 'necessidade', tem a consciência da amplitude do poder humano, significando com isso dizer que 'se há problemas de percurso é porque PODEMOS resolvê-los'. Não é demagogia espiritual, é a mais pura e imortal verdade: nós podemos.

Não é de pena o que precisamos, especialmente nesses tempos de ferro e de uma 'normose' malsã: é de Entendimento. A chave do conhecimento oculto sempre foi o homem, e o conhecimento, embora hoje pareça clichê, é poder. O poder de ver, entender, assimilar, transformar, expandir, realizar! A começar por si, pois todo homem e toda mulher é tanto uma estrela quanto um universo.

Não é com o choro da auto-imolação amiserativa, que o ser humano realizará o bom combate nos campos do ego e de seus 'defeitos psicológicos', e sim à base de compreensão do universo particular - e isso importará no confronto limpo e direto com a 'sombra' interior - e de ação reta (dois elementos, aliás, do Nobre Caminho Óctuplo, segundo Siddartha Gautama, o Buddha). A essência, consciência ou alma - não importa o nome que lhe derem - é de fato o que temos de mais nobre. Quando o homem compreender e aceitar que é ela, e não o ego e seus confusos barulhos intermitentes, a parte divina que se conecta e se expressa nas diferentes dimensões (planos quânticos de espaço-tempo diferenciados e contínuos), entenderá o que é ser imortal - e o que isso importa.

O primeiro passo já foi dado em algum futuro dos infinitesimais existentes, tudo o que o o espírito humano precisa é entrelaçar-se a ele. Como?

SUPERANDO-SE. Agora, nas pequenas coisas, sejam elas materiais, sejam elas de foro íntimo - sobretudo essas.

Faça você mesmo. Não tema a verdade, ela é, de fato, libertadora:
VOCÊ PODE.