
E continua brilhando...

Mas que %$@!()*&¨ ...?!

A crise de identidade é irremediável...

O desespero...

Sim, O DESESPERO!

E era uma vez...

Uma linda sereia!
"Desculpem-me as feias, barangas e o que lhes valha: já dizia o poeta, 'as feias que me desculpem, mas beleza é fundamental'. E eu, como macho, acrescento: mesmo que seja falsificada Feias do meu Brasil varonil, dêem um jeito no visual. Arranjem dinheiro e melhorem o seu visual, porque mulher tem que ser bonita! Sempre tenham em mente esta simples verdade: nós somos puramente visuais. Então, quanto mais espetaculoso for o visual, mais pontos vocês terão com os homens. Sigam o modelito básico: corpo esguio, cheio de curvas sinuosas, cintura fina e barriga lisa (ótimo para dar umas pegadas), seios empinados, durinhos (siliconados deixam tudo literalmente em alta), um belo roso, boca carnuda, pele imaculada e macia, cabelo sedoso, sensual... Ah, nós amamos mulher bonita! E não se enganem! Até mesmo os homens de conteúdo preferem mulher bonita. Bonita e gostosa. Sem essa de "sou independente, inteligente, bacana, minha personalidade e conquistas contam mais que minha aparência". Vocês se enganam: se você for feia, ou até mesmo mais ou menos bonita, não será a primeira opção de um homem. E digo mais a você, que é feia ou mais ou menos bonita: se a sua amiguinha bonita e tesuda der brecha pro teu namorado, tenha certeza que um belo par de chifre espera por você! Na verdade, uma galhada, rs! É, amiguinha, não tem jeito: ou você arruma dinheiro pra fazer uma cirurgia plástico ou... pra pagar um psicanalista, rs! Mulheres bonitas do meu Brasil, são vocês que fazem do mundo um lugar mais feliz!" (comentário de sei-lá-quem retirado por não-sei-quem de algum pardieiro da internet)
- Por isso a graça de ser anafalbeto:
Além do infinito, tempos que ainda não se haviam iniciado, onde nem o nada ameaçava se tornar.
Tudo inimaginável por ainda não havia imaginação total vacuidade no seio do incogitado, nicles patavina impalpável e intangível.
Vazio insubstancial sobre vazio absoluto, entre o inascido e o inascível, ponto inidentificável incomensuravelmente distante de onde as paralelas se prometem no remoto, onde ninguém (mas não havia ninguém, pois não havia alguém) perceberia qualquer possibilidade de formação do ainda ausente.
E, não havia o primeiro nem o embrional; tudo (nada) sem transpiração, respiro, desova, parto, nenhuma exalação ou sopro, ou brilho. Uma perpetuidade sem fim, sem margem; sem nascente ou ocaso, côncavo ou convexo, ilimitável, por isso ilimitada.
Foi então (Como, então?) que O Que Não Existia pressentiu (Como?) a Criação. Comunicou (Como? A quem?):
- Ouvi um bang.
Espantou-se (como?) O Não Gerado:
- Um bang?
- É. Um Big Bang. Começou a se criar alguma coisa.
Expressou-se (Como?) O Inda Por ser: - O quê?
Intuiu (Como?) O Que Não Existia:
- Pressinto que é a Vida.
Perguntou (Como?) O Incriado:
- O que é isso?
Expremiu-se (Como?) O Que Não Existia: